Espaço criado como o objetivo de (1) divulgar a Musicoterapia - a profissão e o profissional - no Brasil, (2) o meu trabalho como Musicoterapeuta - em mais de 15 anos atuando na área clínica, social e de educação, e (3) o poder da música (benefícios e influências no comportamento humano).
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Augusto Cury - Quem cobra e controla os outros está apto para trabalhar ...
"Quem cobra e controla os outros está apto para trabalhar com números e máquinas".
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
MUSICOTERAPIA NA EDUCAÇÃO
A Musicoterapia é a ciência que se utiliza os sons, da música e dos movimentos com fins terapêuticos. É usada nas mais diversas aplicações clínicas, com pessoas de todas as idades.
Na educação há uma grande variedade de condições em que a Musicoterapia pode ser aplicada, tais como: estímulo ao crescimento (estimulação precoce), problemas de aprendizagem, aquisição e rapidez da aprendizagem, facilitar o relaxamento e reduzir o stress, no tratamento de problemas musicais (musicalização: sensibilização musical), distúrbios de comportamento, déficit de atenção, hiperatividade e problemas com socialização.
Sabe-se hoje, que a inteligência é muito melhor desenvolvida quando o indivíduo está equilibrado afetivamente, emocionalmente e psicologicamente. A música é, por excelência, a linguagem da afetividade, do que não pode ser expresso por palavras. É como se o indivíduo confiasse na música. Por isto a psicoterapia moderna a considera capaz de influir sobre as emoções humanas com mais intensidade e rapidez do que as demais belas-artes.
O musicoterapeuta é um profissional formado na Faculdade de Musicoterapia, cujo curso tem duração de quatro anos. Há cinco faculdades no Brasil, devidamente reconhecidas pelo MEC, que fornecem este curso. Este profissional utiliza técnicas específicas da Musicoterapia para atingir os objetivos de cada tratamento, sim, pois cada indivíduo é um ser único, portanto, com diferentes necessidades.
Algumas técnicas utilizadas na Musicoterapia são: improvisação, re-criação, audição e composição. Os atendimentos podem ser em grupo ou individuais. Exemplo de uma atividade grupal: a formação de um grupo vocal (um coro infantil). Nesta atividade podem ser utilizadas todas as quatro técnicas citadas acima. Nesta, a criança desenvolve seu potencial criativo, sua atenção e concentração, desenvolve sua sensibilidade musical, tornando-se apta para compreender bem os sons que a cercam, desenvolve sua capacidade de interagir com a sociedade, torna-se uma criança calma, se a mesma for agressiva ou agitada.
A cura através dos sons - Reportagem que dei ao Jornal de Jundiaí - Publicado em janeiro de 2001
A cura através dos sons
Ouvir uma boa música ou assistir a um concerto musical faz parte do entretenimento e diversão de muitas pessoas. Mas a música é muito mais do que isto; hoje já é comprovado que se trata de uma maneira de aliviar muitas dores, sejam elas, físicas, psicológicas, mentais ou emocionais.
Chamada como musicoterapia, a medicina alternativa atrai muitos adeptos, principalmente aqueles que sofreram algum tipo de trauma e ainda precisam se reabilitar. A musicoterapeuta Harley Lavagnini Gonzalez explica que muitos são os casos que aparecem em seu consultório e, para cada um deles, há um tratamento diferenciado. "Não existe uma receita pronta. Cada pessoa é analisada individualmente; é o que chamamos de Identidade da Pessoa (ISO). A partir disso começa o trabalho para saber qual música ou ritmo é ideal para aquela pessoa."
Ela lembra que existem alguns especialistas que afirmam que a música de Mozart, por exemplo, é ideal para acelerar o aprendizado. Mas isto não é regra. "Temos que respeitar a identidade cultural de cada pessoa; sons e músicas serão adaptados conforme a vivência de cada um e ainda o que ela gosta de ouvir", lembra.
A musicoterapia pode ser trabalhada em diversas áreas. Seja em alguns tipos de doença mental, apoios a fisioterapeutas, fonoaudiólogos ou ainda estimulando pessoas com o auxílio do som. "Muitas crianças têm problemas com a fala e por isso precisam ser estimuladas com sons, seja eles produzidos por instrumentos ou música."
Sons e ruídos
Utilizar instrumentos musicais ou sons de qualquer natureza são algumas das técnicas do musicoterapeuta. Nos sons (ritmo, harmonia, melodia) e na música (timbre, intensidade e volume) são alguns dos itens trabalhados durante as sessões. A música, segundo Harley, leva a pessoa ao total equilíbrio. "Durante o tratamento podemos utilizar sons de natureza, de determinadas músicas (sons organizados) ou qualquer tipo de ruído que leve ao equilíbrio. O trabalho do profissional é estimular ou reabilitar o paciente", lembra.
O paciente passa por algumas etapas, que são a recreação (cantar ou tocar algo conhecido), improvisação, audição e composição. "Quando a pessoa chega neste último estágio, está perto de receber alta. As pessoas começam tímidas e com a música se expressam verbalmente e corporalmente porque vão se soltando e relaxando", conta.
Descanso
Agora você deve estar se perguntando: e em casa, que tipo de música podemos ouvir para sentirmos mais relaxadas" Segundo a profissional, o gosto da pessoa ainda deve ser respeitado. "Não vou dizer qual o estilo musical as pessoas devem ouvir. Até porque gosto não se discute. Só digo que, quando a pessoa quer relaxar é preciso que a música seja ouvida em um tom sempre baixo."
Ela enfatiza que a frase "quem canta seus males espanta" realmente é verdadeira. "As pessoas se libertam com uma música e o som realmente faz maravilhas."
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Ouvir uma boa música ou assistir a um concerto musical faz parte do entretenimento e diversão de muitas pessoas. Mas a música é muito mais do que isto; hoje já é comprovado que se trata de uma maneira de aliviar muitas dores, sejam elas, físicas, psicológicas, mentais ou emocionais.
Chamada como musicoterapia, a medicina alternativa atrai muitos adeptos, principalmente aqueles que sofreram algum tipo de trauma e ainda precisam se reabilitar. A musicoterapeuta Harley Lavagnini Gonzalez explica que muitos são os casos que aparecem em seu consultório e, para cada um deles, há um tratamento diferenciado. "Não existe uma receita pronta. Cada pessoa é analisada individualmente; é o que chamamos de Identidade da Pessoa (ISO). A partir disso começa o trabalho para saber qual música ou ritmo é ideal para aquela pessoa."
Ela lembra que existem alguns especialistas que afirmam que a música de Mozart, por exemplo, é ideal para acelerar o aprendizado. Mas isto não é regra. "Temos que respeitar a identidade cultural de cada pessoa; sons e músicas serão adaptados conforme a vivência de cada um e ainda o que ela gosta de ouvir", lembra.
A musicoterapia pode ser trabalhada em diversas áreas. Seja em alguns tipos de doença mental, apoios a fisioterapeutas, fonoaudiólogos ou ainda estimulando pessoas com o auxílio do som. "Muitas crianças têm problemas com a fala e por isso precisam ser estimuladas com sons, seja eles produzidos por instrumentos ou música."
Sons e ruídos
Utilizar instrumentos musicais ou sons de qualquer natureza são algumas das técnicas do musicoterapeuta. Nos sons (ritmo, harmonia, melodia) e na música (timbre, intensidade e volume) são alguns dos itens trabalhados durante as sessões. A música, segundo Harley, leva a pessoa ao total equilíbrio. "Durante o tratamento podemos utilizar sons de natureza, de determinadas músicas (sons organizados) ou qualquer tipo de ruído que leve ao equilíbrio. O trabalho do profissional é estimular ou reabilitar o paciente", lembra.
O paciente passa por algumas etapas, que são a recreação (cantar ou tocar algo conhecido), improvisação, audição e composição. "Quando a pessoa chega neste último estágio, está perto de receber alta. As pessoas começam tímidas e com a música se expressam verbalmente e corporalmente porque vão se soltando e relaxando", conta.
Descanso
Agora você deve estar se perguntando: e em casa, que tipo de música podemos ouvir para sentirmos mais relaxadas" Segundo a profissional, o gosto da pessoa ainda deve ser respeitado. "Não vou dizer qual o estilo musical as pessoas devem ouvir. Até porque gosto não se discute. Só digo que, quando a pessoa quer relaxar é preciso que a música seja ouvida em um tom sempre baixo."
Ela enfatiza que a frase "quem canta seus males espanta" realmente é verdadeira. "As pessoas se libertam com uma música e o som realmente faz maravilhas."
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