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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

XILOFONE

Os Xilofones são instrumentos de percussão da família dos teclados. Assim como os metalofones e marimbas, eles possuem afinação definida, capacidades melódicas e harmônicas além de sua natural característica rítmica. Este instrumento é ótimo para improvisar, praticar música em conjunto e acompanhar melodias cantadas ou tocadas por outros instrumentos. Indicado para práticas artísticas, pedagógicas e terapêuticas.

Xilofone (do grego ξύλον — xylon, "madeira" + φωνή —phonē, "som, voz",algo como "som da madeira") é o nome genérico para vários instrumentos musicais, mais precisamente idiofones percutidos, que consistem em várias lâminas de madeira dispostas cromaticamente. Entre os instrumentos que se podem considerar como xilofones temos o xilofone (propriamente dito), a marimba, o balafon, etc.
O Xilofone propriamente dito é um instrumento musical definido como de percussão, de altura definida ou de som determinado.
Apareceu nas orquestras no século XIX.
Compõe-se de uma seqüência ordenada de placas de madeira, dispostas de maneira análoga às teclas de um piano. Desta maneira, as placas de madeira de som mais grave estão à esquerda do executante e, em direção à direita, as notas vão tornando-se agudas.
Há uma seqüência de placas em primeiro plano que equivalem às teclas brancas do piano (notas naturais) e, em segundo plano um pouco mais elevadas, as placas de madeira que equivalem às teclas pretas do piano (notas acidentadas).
Sob cada placa de madeira, há um tubo de ressonância, geralmente em alumínio, que dá corpo ao som.
As placas de madeiras são confeccionadas com todo o esmero possível, criteriosamente secas e afinadas com precisão. Tradicionalmente, a madeira escolhida é o jacarandá (rosewood) mas no Brasil tem havido bons resultados com ipê.
O xilofone apoia-se sobre um suporte ou mesa com rodízios. Percutem-se as placas de madeira usando baquetas, com cabeças, que podem ser de madeira dura, de borracha ou outro material sintético, conforme o timbre que se queira.
Semelhante ao xilofone, a marimba, possui mais teclas de madeira mais largas, numa área mais grave.
Precursor do xilofone, é o balafon, originário de África. A diferença esta no reduzido número de teclas e na solução de cabaças para os ressonadores. Isto exige um formato curvo e amarrações em couro e cordas. Alguns músicos de Jazz têm demonstrado interesse por este instrumento musical africano, tendo sido introduzido em seus trabalhos vanguardistas. Atualmente o grupo de rock mais famoso que utiliza o xilofone é o Radiohead, presente em canções clássicas dos álbuns Ok Computer e In Rainbow

Amazing Grace- Mormon Tabernacle Choir

Sente-se no canto o verdadeiro espírito cívico, de amor a terra natal; a sua nação.

MÚSICA É A NECESSIDADE DA ALMA



... QUANDO A MÚSICA É BOA.



Música lapidando as mais valiosas jóias...



... as crianças!

ORAÇÃO DO MÚSICO rs



MÚSICA E COGNIÇÃO

MÚSICA E COGNIÇÃO

Para Straliotto (2001), a inteligência pode ser desenvolvida por meio da audição, já que cada código sonoro representaria um espaço ativado no cérebro, com a finalidade de reter a informação. Os neurônios, que recebem as informações codificadas, após serem ativados pelos códigos musicais, ficariam “abertos” para receberem conhecimento de outros órgãos dos sentidos. A ativação dos neurônios seria ampliada à medida que novos conhecimentos vão se somando por meio dos cinco órgãos do sentido. O autor explica que, maior será o conhecimento sonoro da pessoa quanto mais sons diferentes ela ouvir, por estar utilizando uma área cerebral maior para reter aquelas informações.

Em investigação realizada por Williamon e Egner (2004) foram examinados os comportamentos e as correlações neurais da memória musical. Havia a hipótese que um compasso simples em uma peça musical serviria como marco estrutural para codificação e recuperação da memória neste setor. O estudo foi realizado com seis pianistas profissionais, que revelaram com estudavam e memorizavam suas peças. Foram registrados eletroencefalogramas durante a tarefa de memorização. Os resultados confirmaram a hipótese que a memorização de compassos estruturais é crucial no armazenamento e decodificação de uma peça musical. Em um outro estudo relativo à memória, foi investigado como o conhecimento de um etilo específico contribui para a memorização de uma melodia. Para isso foram utilizados dois tipos de melodias, uma ocidental tonal e uma japonesa modal. Os estudantes ocidentais que possuíam anos de experiência com a música ocidental tonal tinham dificuldade em reconhecer o outro estilo. Estudantes mais inexperientes, com menos especialização no estilo tonal ocidental, tinham mais facilidade em memorizar ambas as melodias, indicando que a familiaridade com o estilo pode ser uma importante estratégia de memorização.

(Fonte:Ciências & Cognição 2006; Vol. 09 - http://www.cienciasecognicao.org/artigos/v09/m346117.htm )
Notas sobre os autores:

Patrícia Lima Martins Pederiva é Doutoranda (Faculdade de Educação, UnB). Atua como Professora da Escola de Música de Brasília.

Rosana Maria Tristão é Doutora em Psicologia e Professora da Faculdade de Medicina (UnB)

Musicoterapia em Evidência - Mt. Harley